IgE Específico para Laranja (RASTF33)
O exame de IgE Específico para Laranja (RASTF33) auxilia na identificação de alergia alimentar à laranja.
É indicado para pacientes com suspeita de reação alérgica após o consumo dessa fruta.
Consulte a descrição completa abaixo para mais informações.
O que você recebe
- Atendimento com profissional qualificado.
- Orientações e direcionamento conforme necessidade do caso.
- Suporte para concluir o agendamento e próximos passos.
Como funciona
- Você realiza a compra online.
- Recebe as instruções após a confirmação do pagamento.
- Conclui o agendamento e realiza o atendimento.
O exame de IgE Específico para Laranja (RASTF33) é utilizado para identificar sensibilização alérgica à laranja, uma fruta amplamente consumida e que pode desencadear reações alérgicas em pessoas sensíveis.
Este exame mede a quantidade de anticorpos do tipo IgE específicos contra proteínas presentes na laranja, auxiliando no diagnóstico de alergias alimentares.
A alergia à laranja pode provocar sintomas como coceira na boca, irritação na garganta, urticária, inchaço nos lábios ou face, sintomas gastrointestinais e, em casos mais raros, reações alérgicas mais intensas.
O exame é indicado principalmente para pessoas que apresentam sintomas após o consumo de frutas cítricas ou que possuem histórico de alergias alimentares.
O resultado deve sempre ser interpretado pelo médico em conjunto com a história clínica e outros exames, quando necessário.
Como funciona o exame
Este é um exame laboratorial, realizado por meio da coleta de sangue.
Não é necessário jejum na maioria dos casos, porém recomenda-se seguir as orientações fornecidas no momento do agendamento.
Indicações do exame
- Investigação de alergia alimentar à laranja
- Pacientes com sintomas após ingestão de frutas cítricas
- Acompanhamento de alergias alimentares já diagnosticadas
- Avaliação complementar em quadros alérgicos
Informações importantes
A coleta é simples e segura, realizada por profissionais capacitados. Após a análise, o resultado é disponibilizado conforme o prazo informado no momento do agendamento.
Como funciona a teleconsulta
O modelo de teleconsulta da MUSAS Saúde Digital Acessível está fundamentado nas normas vigentes que regulamentam o exercício da medicina no Brasil, especialmente a Resolução CFM nº 2.314/2022, que define a telemedicina como ato médico, assegura a autonomia profissional do médico e estabelece que cabe ao profissional avaliar, em cada caso, a adequação do atendimento remoto.
A telemedicina representa um avanço importante na ampliação do acesso à saúde, permitindo que mais pessoas sejam atendidas com qualidade, segurança e eficiência, independentemente de sua localização.
A teleconsulta possibilita:
- maior agilidade no acesso ao atendimento médico;
- acesso a especialistas, independentemente da localização geográfica;
- acompanhamento clínico contínuo;
- comodidade ao paciente, sem prejuízo da qualidade assistencial.
Situações em que a avaliação presencial é necessária:
- Urgência/Emergência: casos que exigem intervenção imediata.
- Exame físico detalhado: quando a condição requer avaliação física minuciosa.
- Risco imediato à saúde: situações que representam perigo iminente.
- Exigência de procedimentos presenciais: coletas ou procedimentos que só podem ser feitos em pessoa.
- Limitações técnicas: falhas na comunicação ou indisponibilidade tecnológica.
Prerrogativa médica: a decisão sobre a adequação da teleconsulta é exclusiva do médico, que pode interromper o atendimento virtual e orientar o paciente a buscar assistência presencial sempre que julgar necessário.
1. Definição de primeira consulta
Considera-se primeira consulta o atendimento inicial com avaliação clínica completa: anamnese detalhada, avaliação do contexto clínico, exame físico quando pertinente, hipóteses diagnósticas, solicitação de exames se necessário e conduta inicial.
2. Consulta de acompanhamento clínico
Atendimento destinado ao seguimento longitudinal de condições crônicas ou tratamentos em curso. Não se caracteriza como retorno — configura novo ato médico, passível de cobrança, mesmo quando relacionado à mesma doença.
3. Retorno médico
Atendimento destinado à continuidade imediata de uma consulta prévia, relacionado exclusivamente à mesma queixa, para revisar evolução, exames ou ajustar condutas. Caráter pontual e de curto prazo.
4. Prazo para retorno
A MUSAS adota como parâmetro organizacional a possibilidade de retorno em até 30 dias após a consulta inicial. Esse prazo não é obrigatório nem vinculante — a caracterização como retorno, acompanhamento ou nova consulta é decisão exclusivamente médica.
5. Diferença entre retorno e acompanhamento clínico
O retorno médico está relacionado à continuidade imediata de uma consulta específica. O acompanhamento clínico refere-se ao seguimento contínuo de uma condição de saúde, envolvendo reavaliação periódica e decisões terapêuticas independentes. A mesma condição clínica não caracteriza automaticamente o atendimento como retorno.
1. Princípio geral
Renovação de receita é o ato médico de reemitir uma prescrição para dar continuidade a um tratamento. Não é ato automático nem administrativo. Pode ser feita por consulta médica ou por análise criteriosa do prontuário, sempre a critério do médico.
2. Autonomia médica
O médico decide se a renovação pode ser feita pelo prontuário, se necessita de esclarecimentos ou se é indispensável nova consulta. A decisão considera a segurança do paciente e o risco associado à medicação.
3. Medicamentos controlados
Exigem, como regra, nova consulta médica.
4. Medicamentos de uso contínuo (não controlados)
Renovação por prontuário pode ser considerada quando houver consulta prévia documentada nos últimos 6 meses, diagnóstico estabelecido, medicação estável, sem novos sintomas e sem pedido de ajuste de dose.
Renovação mediante consulta será necessária quando a última avaliação tiver ocorrido há mais de 3 meses, houver pedido de ajuste, surgirem novos sintomas ou houver dúvida clínica.
5. Cobrança
Consultas médicas são passíveis de cobrança. Para renovação de receita há 50% de desconto.
1. O que é
Avaliação médica pré-operatória para entender o risco cardiovascular em cirurgias não cardíacas. O laudo não é emitido automaticamente — depende de análise clínica individualizada.
2. Quando a teleconsulta é adequada
Ausência de sintomas cardiovasculares relevantes, cirurgia de baixo risco, exames recentes disponíveis, capacidade funcional preservada e informações clínicas suficientes.
3. Quando a avaliação presencial é indicada
- Sintomas cardiovasculares;
- histórico cardiovascular relevante;
- múltiplas comorbidades;
- cirurgias de risco intermediário ou elevado;
- ausência de exames pertinentes;
- necessidade de exame físico específico.
4. Exames complementares
Individualizados conforme necessidade clínica. Não se recomenda solicitação rotineira sem indicação.
5. Emissão do laudo
Não é garantida previamente. Pode depender de dados ou exames adicionais e ser postergada se não houver segurança suficiente.
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